Ontem eu e o Flávio (pai), fomos a um rodízio de pizza no centro espírita e lá encontramos um colega dele, de algumas turmas acima, que está voando fora da FAB, conversa vai e vem, a esposa dele pergunta porque nosso filho não tinha ido e eu digo, sem rodeios, que o Flavinho não é espírita, ela respondeu ironicamente que na casa dela não tinha disso e que ela obrigava os filhos a irem na evangelização. Ela pode fazer isso se quiser, os filhos são dela, mas nós acreditamos que os caminhos foram mostrados, já levamos o Flávio por tempo suficiente, agora ele decidiu que não quer e eu não vou forçar, prefiro um filho que seja totalmente do bem do que uma pessoa revoltada por ser obrigada a seguir algo que lhe desagrada.
Bem, isso é um problema que enfrentamos com muitas pessoas, a liberdade religiosa ainda é um tabu e vejo muito mais pessoas religiosas serem preconceituosas com os ateus e agnósticos do que o contrário.
Depois desta parte "light" da conversa veio a bomba, eu comentei levemente que talvez ele fosse estudar fora em agosto, mas prá que! Ela foi possuída por algo inexplicável e começou a dizer que jamais deixaria um filho de 15 anos ir embora, que ele era muito novo, que a gente precisaria de muita força, que ela iria pedir a Deus que conseguíssemos aguentar, OH MY GOD! Quem deu autorização para ela fazer aquele escândalo todo em relação as nossas decisões sobre a nossa família? Eu não autorizei, muito menos o Flávio, então tá, ouvidos de mercador e vamos embora daqui por favor!
Ainda bem que depois fomos jantar na casa de amigos maravilhosos que são especiais, e até esquecemos do episódio desagradável.
E é só o começo! Vamos ouvir muitas pérolas assim...
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